por vez ou outra,

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Todo amor
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito

◊  O Amor Dorme, álbum “Severino” – 1994

do que eu sei nada serve pra você

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Eu sei do tempo, conheço seus danos
No que eu fui, no que eu não pude ser
Nos meus acertos e nos desenganos
Do que eu sei, nada serve pra você


Eu Não Sei Nada, álbum “O Som do Sim” – 2000

Eu não sei nada by Herbert Vianna on Grooveshark

apresente suas armas

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O governo apresenta suas armas
Discurso reticente, novidade inconsistente
E a liberdade cai por terra
Aos pés de um filme de Godard

Selvagem, álbum “Selvagem” – 1986

eu não sei não

 

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Eu ando tão perdido de desejo
Em cada esquina imagino te ver
Hoje é domingo eu tenho vinte e cinco
Eu acho que vai chover

Será que Vai Chover?, álbum “D” – 1987

casualidade é uma força inesgotável

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Leio e Penso
em tom intenso
então me entrego
e digo a mim mesmo
hoje eu não te vejo

Ao Acaso, álbum “Hoje” – 2006

Miragens da paixão

DUST_STORM_LV_8_1011_D, Rajasthan, India, 2010, INDIA-11483. Men lead camels in dust storm.<br /><br />Camels in Dust Storm.<br /><br />final print_Genoa<br />retouched_Sonny Fabbri<br /><br />MAX PRINT SIZE: 40X60

Um dia
Posso até pagar por isso
O impossível é meu mais antigo vício
Ou então um delírio do meu coração
Que vê as coisas onde as coisas não estão

Flores no Deserto, álbum “Longo Caminho” – 2002

segundona

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Já é hora de vestir o velho paletó surrado
E caminhar sobre o caminho pisado
Que conduz rumo à batalha que inicia a cada dia
Conseguir um lugar p'rá sentar e sonhar na lotação
E é tudo igual, igual, igual...

O Caminho Pisado, álbum “Nove Luas” – 1996